sexta-feira, 19 de setembro de 2014

NOITE




Leveza de alma...
Esse é o sentimento que transborda pelos poros da pele,
poros a transcender de alívio,
ao se ver desentupidos de maldades malsãs.

Alma a levitar ao som abençoado de Enya,
Enya , vida a pururucar esperanças...

Esperanças de dias azuis, vítreos pela vastidão da luz.

Dias azuis com o som da chuva a dedilhar no telhado e na alma,
as notas musicais.

Suspiro harmônico como a cor de azaleias, róseas de vergonha de seu amor.
Suspiro profundo e lúcido diante a delicadeza de vitrais coloridos,
reflexos no chão pisado pelo peso das dores carregadas por almas cegas de preconceitos.

Faço e refaço os conceitos que me atormentam a alma.
E no refazer diário, do ir e vir das incertezas,
Estou certa: Deus é leve como pluma, suave como a música a preencher de luz
a escuridão a perseguir a alma criança,
 a navegar pela vastidão da noite.







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