Meu corpo se desfaz em nuvens. Não é o que desejo da volúpia do prazer.
O que desejo é chamado de morbidez, palavra desconhecida do sentir que me faz gente.
Morbidez? que sentimento é esse que me leva a morte, ao descontentamento vulgar?
O que se diz mórbido não passou de ternura articulada no afeto desfeito no acoplar de corpos que disseram sim à ternura de Constance Demby.
Tudo o que vier depois é som...
Som da música qualquer que ainda não conheço e se desmancha num capuchino e o sabor diz sim...
Sim que desnuda a alma que se perpetua no talvez...
¨Talvez eu me entregue à ternura da manhã.
Talvez eu me abrace à morbidez ditada pela vida.
Talvez...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Tribunal de Inquisição
Que adianta bons propósitos se a burocracia eclesiástica é um furacão destruindo tudo,massacrando sonhos,obstruindo desejos, sufocando a harmonia almejada por um casal?
Não aceito o tribunal de inquisição.
Estou viva e quero amar, como amei outras vezes. Baruch!
Bendito seja seus braços, seus abraços, nosso desejo, risos molhados, beijos quentes,
paixão desenfreada pelos lençóis macios,mel adocicado a deslizar pelo corpos ardentes de desejo.
Momentos jamais esquecidos por mim, e abençoados pela natureza, mãe de todos nós.
Bendito, saudades de momentos inesquecíveis que permanecerão pra sempre em meus poros.
Pra sempre, Baruch!
Não aceito o tribunal de inquisição.
Estou viva e quero amar, como amei outras vezes. Baruch!
Bendito seja seus braços, seus abraços, nosso desejo, risos molhados, beijos quentes,
paixão desenfreada pelos lençóis macios,mel adocicado a deslizar pelo corpos ardentes de desejo.
Momentos jamais esquecidos por mim, e abençoados pela natureza, mãe de todos nós.
Bendito, saudades de momentos inesquecíveis que permanecerão pra sempre em meus poros.
Pra sempre, Baruch!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Conversão
Meu modo de viver se transforma a partir do "dia dos namorados".Num momento de surpresa,a luz encandesce a casa,iridesce o coração que palpita em contas de luz.
Tudo se altera em função de palavras doces e olhares penetrantes que apregoam pensamentos de paz e de um novo propósito.
Deliberação divina para uma comunhão de almas e de corpos que se unem devagar com a permissão de Deus.
Mudança radical numa vida perdida,solta na escuridão que não levou a nada.
Hoje,caminho a dois por alamedas iluminadas e olhares translúcidos por lugares abençoados.
Dois companheiros que se entregam ao nascimento do amor que é gerado pela luminosidade da manhã,pela benção sem tamanho da ternura de Cristo.
Tudo se altera em função de palavras doces e olhares penetrantes que apregoam pensamentos de paz e de um novo propósito.
Deliberação divina para uma comunhão de almas e de corpos que se unem devagar com a permissão de Deus.
Mudança radical numa vida perdida,solta na escuridão que não levou a nada.
Hoje,caminho a dois por alamedas iluminadas e olhares translúcidos por lugares abençoados.
Dois companheiros que se entregam ao nascimento do amor que é gerado pela luminosidade da manhã,pela benção sem tamanho da ternura de Cristo.
sábado, 11 de junho de 2011
Menina cigana
Alma cigana. Menina levada a levar pra lá e pra e cá o gozo da alegria e da eternidade do prazer.
Mas tudo acaba. O gozo do ninho vazio se faz brincadeira no faz de conta que alguma coisa aconteceu.
Nada no vazio da solidão.
Tudo mentira no gozo absoluto do prazer que se faz daquilo que a brincadeira de faz de conta, do vazio que corresponde ao aniversáro absoluto do nada.
Tudo ou nada.
Tudo aquilo que se faz vivo no desejo de tudo.
Tudo é mentira. É falso no viravoltear do carinho que amortece a pele e a desnuda em sentimentos mil.
Vomito palavras.E as palavras se ressuscitam em qualquer coisa que se chama amor.
Mas tudo acaba. O gozo do ninho vazio se faz brincadeira no faz de conta que alguma coisa aconteceu.
Nada no vazio da solidão.
Tudo mentira no gozo absoluto do prazer que se faz daquilo que a brincadeira de faz de conta, do vazio que corresponde ao aniversáro absoluto do nada.
Tudo ou nada.
Tudo aquilo que se faz vivo no desejo de tudo.
Tudo é mentira. É falso no viravoltear do carinho que amortece a pele e a desnuda em sentimentos mil.
Vomito palavras.E as palavras se ressuscitam em qualquer coisa que se chama amor.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Kokoro
Caminho pela casa. O silêncio brinca entre a música e o gotejar da cerveja.
A lingua brinca de faz de conta com o saber e a ignorância dos descabidos.
É madrugada. O sono brinca de se esconder pela casa ao som de músicas doces que acariciam o espaço onde é o meu viver.
Nada sei. Tudo sinto ante o vazio da solidão.
Não me queixo. Clariceando, me enovelo no meu eu que se faz presente.
Pausa. Entre uma música e outra, silencio. Nada sei. Mas a sintonia penetra meu ser
e deixa branco o universo.
Tudo é luz. Luminosidade acompanhada de notas musicais que aconchegam o lugar.
E a luz se transforma em som.
Sons que fazem o saber do que houve, do que foi, do que será.
Som que extravia o sentimento em torno do prazer.
Musicalidade que chama o sono e aponta a claridade da manhã
.Manhãcedo. Luz que atrofia a solidão.Luz que atrofia o nada.
A lingua brinca de faz de conta com o saber e a ignorância dos descabidos.
É madrugada. O sono brinca de se esconder pela casa ao som de músicas doces que acariciam o espaço onde é o meu viver.
Nada sei. Tudo sinto ante o vazio da solidão.
Não me queixo. Clariceando, me enovelo no meu eu que se faz presente.
Pausa. Entre uma música e outra, silencio. Nada sei. Mas a sintonia penetra meu ser
e deixa branco o universo.
Tudo é luz. Luminosidade acompanhada de notas musicais que aconchegam o lugar.
E a luz se transforma em som.
Sons que fazem o saber do que houve, do que foi, do que será.
Som que extravia o sentimento em torno do prazer.
Musicalidade que chama o sono e aponta a claridade da manhã
.Manhãcedo. Luz que atrofia a solidão.Luz que atrofia o nada.
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